terça-feira, 15 de setembro de 2009

Vídeos BrOffice Calc

BrOffice Aula 01


BrOffice Aula 02


BrOffice Aula 03


BrOffice Aula 04


BrOffice Aula 05



Estes vídeos fazem parte do material de apoio aos participantes do projeto Edux.
O projeto é uma iniciativa dos alunos de Licenciatura em Computação da UEPB, com intuito de capacitar os servidores da Universidade em Software Livre.

Qualquer dúvida, sinta-se à vontade para entrar em contato pelo e-mail, projeto.edux@gmail.com.

Acessem nosso site: http://www.projetoedux.net

Autor da vídeo-aula: Wilkens Lenon Silva de Andrade.

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terça-feira, 23 de junho de 2009

Conhecendo alguns Blogs

Esta atividade visa ampliar seu repertório sobre os modelos e conteúdos abordados em blogs de outras pessoas, como base para construir o seu.

Visites alguns dos blogs da lista abaixo. São blogs de escolas e de professores e sobre tecnologia:
* Primeiro blog da escola
http://caicmariano.blogdrive.com
* Primeiro blog com alunos
http://acelera2005.blogdrive.com
* Blog colaborativo sobre a Copa do Mundo
http://copamundo.blogspot.com
* Sites e dicas interessantes para professores
http://of2edu.blogspot.com
* Blog do Centro de Referência Educacional
http://www.centrorefeducacional.com.br/informat.html
* Dinâmica Educativa : Dinâmicas de Grupo
http://dinamicaeducativa.blogspot.com/feeds/posts/default
* Edublogosfera – informa endereços de blogs
http://edublogosfera.blogspot.com/atom.xml
* Edesio.ueg – sobre tecnologia
http://ed.ueg.zip.net/
* Informática Educativa
http://jmzimmer.blog.uol.com.br/

Há inúmeros outros blogs. Utilize os sites de busca para localizá-los, utilizando palavras-chave de assuntos de seu interesse.

Vale a pena visitar estes fotologs, de fotógrafos amadores postando seus ensaios fotográficos:
* Experimentação fotográfica
http://aghizi.fotoblog.uol.com.br/

Serviços gratuitos de blog e fotolog:



Fonte
: Introdução à Educação Digital: caderno de estudo e prática / Beth Bastos...[et al.] - Brasília: MEC, SEED; 2008

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Quer aprender? Crie um Blog!

Como alunos e professores estão usando os diários na internet para partilhar dúvidas, estimular pesquisas e incentivar a troca de informações.


Por Paloma Cortes

Quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha? O enigma levou Mayara Ferreira Ciriaco, de 14 anos, aluna de uma escola pública da periferia de Araxá, em Minas Gerais, a melhorar seu desempenho escolar. Como? Depois de pesquisar em sites, entrevistar especialistas por e-mail e participar de listas de discussão, ela montou um diário on-line - ou blog - sobre o assunto com a ajuda dos professores e do Instituto Ayrton Senna. Suas notas melhoraram e seu interesse pela escola aumentou. Mayara e outros milhares de alunos e professores descobriram que os blogs são um poderoso instrumento para o ensino.

Com os blogs, os alunos veem que o resultado de seu trabalho não fica guardado em pastas. "Adorei o fato de outras pessoas terem visto o que fiz", diz Mayara. Segundo Marlene das Dores, que implementou o projeto de blogs quando era diretora da escola em Araxá, a frequência dos alunos aumentou. Os que participaram, segundo avaliação feita pelo Instituto Ayrton Senna, melhoraram sua expressão escrita e verbal, venceram a timidez e hoje mostram mais vontade de pesquisar, têm mais interesse em estudar e apresentam uma visão crítica do mundo. "Alguns chegam a discordar do professor sobre assuntos expostos em aula", diz Marlene.

Com linguagem coloquial, os blogs viraram uma ferramenta pedagógica valiosa. "Eles são capazes de aproximar alunos e professores, ainda distantes na escola tradicional", afirma Betina von Staa, coordenadora de pesquisa da divisão de portais educacionais da Positivo Informática. Na escola tradicional, com lousa, giz, mesa e carteira, o professor costuma ser o único detentor do conhecimento. Com os blogs, esse modelo muda. "A sala de aula tradicional se consolidou num modelo em que um sabe mais e, por isso, ensina, fala, transmite a mensagem, e outro sabe menos. Ou não sabe nada. Por isso, copia, repete, decora", afirma Andrea Ramal, autora do livro Educação na Cibercultura. "Esse modelo não é condizente com a realidade, por isso, não se sustenta mais."

Plugados, crianças e adolescentes de hoje acabam se identificando com o professor blogueiro, pois o mestre que está ali para ensiná-los também está disposto a aprender no mesmo universo virtual em que eles adoram navegar. Nos 1.351 blogs de professores hospedados no Portal Educacional, os docentes colocam exercícios, gabaritos de provas, desafios, mapas e ilustrações. Com isso, não precisam mais perder horas corrigindo provas ou carregando pastas e mais pastas. O professor de Química Telson Melentino Júnior, do Colégio Max, em Cuiabá, Mato Grosso, aposentou o site que mantinha desde 2000 para aderir ao blog. "Eu pagava a um técnico para fazer as atualizações. Com o blog, não dependo de ninguém", diz.

Além da praticidade para os professores, os alunos acessam as páginas também para fazer comentários. "A aula não fica mais restrita aos 45 minutos. Ao acessar o blog, o professor aumenta o interesse dos alunos", afirma Betina. Conectados, os professores passam a colocar em seus blogs links para páginas interessantes. Isso aguça a curiosidade dos alunos e contribui para a constante reciclagem do educador.

Tal necessidade levou a professora de Português Gládis Leal dos Santos a montar mais de seis blogs na escola pública onde dá aulas, em Joinville, Santa Catarina. Além dos recursos de texto, ela costuma colocar nos blogs fotos de atividades e até vídeos. "Como o tema agora é o aquecimento global, vou buscar no YouTube vídeos sobre o assunto", diz ela.

Embora sejam uma ferramenta eficaz, os blogs ainda estão distantes da maioria dos alunos. Dados do Censo Escolar de 2005 mostram que apenas 30% dos alunos do ensino fundamental têm acesso a computadores. No ensino médio, é pouco mais da metade. O país está em penúltimo lugar em um ranking da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico em número de computadores por aluno. Aqui, a média é de uma máquina para cada 50 alunos. O recomendável é uma máquina para cada cinco estudantes. Exemplos como o de Araxá mostram que a curiosidade dos alunos e o empenho dos professores podem dar resultado. Depois da criação dos blogs, a repetência dos alunos da rede pública municipal praticamente zerou. Nas outras escolas da cidade, 20% dos alunos são reprovados ao fim de cada ano letivo. O Instituto Ayrton Senna atribui esse resultado à disseminação dos computadores e dos blogs.


AS VANTAGENS DOS BLOGS
Os principais benefícios para professores e alunos:

* Aproximar professores e alunos
Os estudantes tendem a se identificar com o professor blogueiro. Se o aluno cria um blog, os professores têm um espaço a mais para orientar o aluno

* Permitir maior reflexão sobre o conteúdo
Quando o professor blogueiro expõe sua opinião, está sujeito a críticas e elogios. Com isso, reflete sobre seu trabalho e faz os alunos pensar mais sobre o tema proposto

* Manter o professor atualizado
O professor blogueiro busca em outros sites e blogs informações para compartilhar com os alunos. Isso o coloca em permanente reciclagem

* Criar uma atividade fora do horário de aula
O estudo não fica restrito aos 45 minutos de sala de aula. Com o blog, o professor instiga os alunos a estudar mais. Eles buscam no blog desafios, exercícios e gabaritos

* Trazer experiências de fora da escola
O blog abre as atividades da escola para pessoas de outros colégios, cidades e até países colaborarem. Isso amplia a visão de mundo da turma

* Divulgar o trabalho do aluno e do professor
As produções do aluno ou do professor podem ser vistas, comentadas e conhecidas por qualquer internauta do mundo. Isso é um incentivo para alunos e professores se dedicarem

* Permitir o acompanhamento
Com os blogs, os pais podem monitorar as atividades escolares dos filhos. E também ter acesso ao que o professor está ensinando. Isso não é possível com as aulas

* Ensinar linguagem digital
Ao montar blogs, alunos e professores passam por um processo de "alfabetização digital". Aprendem a fazer downloads e outros recursos para navegar com facilidade


Fonte: Revista Época

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Falando em Blog

Introdução

A Internet é uma grande provocadora de novos conceitos e atitudes. Blogs e fotologs são a atual “febre” da rede, pois permitem ao usuário fazer diários, relatos on-line, expor pensamentos, emoções e pontos de vista, compartilhando tudo isso com outras pessoas em todos os cantos do mundo, numa interação de forma jamais vista.

O termo blog é um neologismo derivado da união das palavras inglesas web (rede) e log (diário de bordo, onde os navegadores registravam os eventos das viagens, principalmente aqueles ligados ao clima).

O blog, portanto, trata-se de uma abreviatura de weblog, onde web representa a própria Internet, e log caracteriza os registros que são realizados pelo usuário do blog - o blogger, ou blogueiro. De uma forma geral e mais simplificada, podemos considerar o blog como um diário eletrônico que as pessoas criam na Internet.


Algumas características dos blogs

O blog é definido como diário digital na Internet, que pode ser visto por qualquer pessoa e onde se pode disponibilizar pensamentos, ideias e produções (BliG - http://blig.ig.com.br; WebloggerBrasil, http://weblogger.terra.com.br); permite trabalhar com textos escritos, escolher e inserir imagens e sons; e pode ter características semelhantes aos diários manuscritos.

Lejeune (2000, citado por Komesu, 2004, p. 114) menciona o tratamento dado ao tempo, ao espaço e à estética como características importantes dos blogs.

A relação de tempo está presente no cabeçalho e na data que antecedem o corpo do texto e na própria apresentação dos textos (em ordem de data, da mais recente para a mais antiga ou ao contrário).

Os blogs chegam a ser considerados como produções síncronas, em razão da quase simultaneidade entre o que se escreve, sua veiculação na rede e seu acesso por alguém que esteja conectado.

Quanto às questões de espaço, em geral, nas matérias publicadas, há menções a locais determinados, para contextualizar as experiências sobre as quais se escreve.

Sobre a estética (design ou layout), existem alguns formatos disponíveis no próprio site que oferece o serviço e a hospedagem, o que facilita ao leigo a apresentação das ideias em seu blog utilizando os templates (modelos prontos para serem usados). Esses modelos garantem uma estética muito próxima da utilizada em revistas e jornais, ou seja, texto em colunas, editoriais, imagens, comentários.

Você já visitou algum blog? Já pensou em criar seu próprio blog?
Então, anime-se! É o que você vai fazer nesta unidade. Lembra-se dos textos que vinha elaborando e editando nas unidades anteriores? vai ter a oportunidade de publicá-los no seu blog! Pode ir localizando fotos, vídeos, artigos, pois vai precisar deles!


A questão da interatividade nos blogs

Outra característica fundamental dos blogs é a interatividade, definida pela comunicação que se dá entre o autor e seus leitores, muitas vezes num processo cooperativo para melhorar o conteúdo do blog. O uso de enunciados interrogativos também explicita um convite aberto à participação do leitor na discussão dos temas nos blogs. As ideias são divulgadas para que sejam lidas e discutidas com outras pessoas (visitantes do blog).

“A interatividade característica do suporte é evidenciada nessa produção de escritos sobre si, veiculados de maneira pública pela Internet. Não se trata dos segredos do indivíduo, velados pelas práticas diaristas tradicionais. Os blogs são redigidos para que as histórias pessoais sejam compartilhadas abertamente” (Komesu, 2004, p. 117).

Outra característica importante nos textos veiculados nos blogs é a presença contínua de links que remetem ao endereço de e-mail do autor, a outros sites, onde as matérias originais mencionadas no blog estão disponibilizadas, como artigos, notícias, eventos, campanhas, vídeos e fotos. Um dos links funciona como um espaço para enviar comentários, que permite o contato de pensamentos e opiniões entre o leitor e o autor do blog.

Tais características são marcas que sinalizam a crença na necessidade da busca do “outro” em questões importantes para a construção do sujeito e para a atribuição de sentido às idéias e imagens, independente dos suportes materiais que se utilizem para a comunicação entre eles (Komesu, 2004, p.119).

Fonte: Introdução à Educação Digital: caderno de estudo e prática / Beth Bastos...[et al.] - Brasília: MEC, SEED; 2008

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Objetivos - 5º Encontro


Photobucket

- Conhecer características dos blogs.

- Criar um blog.

- Visitar blogs de colegas e outras pessoas como repertório de possibilidades de escrita digital.

- Refletir sobre o impacto dos blogs sobre a aprendizagem e a comunicação.

- Utilizar blogs em atividades de prática pedagógica

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segunda-feira, 11 de maio de 2009

Como pesquisar na internet?

Pesquisar, a partir de sua etimologia, nos remete a algumas palavras-chave: perguntar, indagar, averiguar, investigar, descobrir e estabelecer princípios. Trata-se de uma atividade que o ser humano exerce quase instintivamente, porque busca conhecer, aprender. O ser humano é, em essência, um ser curioso e aprende por experiências e deduções, num processo de pesquisa permanente.

Pesquisar nada mais é do que uma busca dirigida de dados e informações, é um trabalho que pressupõe um problema/questão a ser resolvido, vinculado ao universo de quem está realizando a pesquisa. Para pesquisar são requeridas habilidades metodológicas que nos aproximem do objeto em questão. Como define a professora Neusa Dias de Macedo em seu trabalho Iniciação à Pesquisa Bibliográfica: “O importante é que se fixe a ideia de que, para a realização de um trabalho de pesquisa, deve-se levar o estudante a perseguir um problema ou um aspecto do tema de seu trabalho, para discuti-lo até a conclusão, numa postura pessoal. Não aceitar, portanto, meras cópias de livros e enciclopédias, sem reflexão e documentação”.

Dessa forma, é importante que o professor oriente seus alunos a estabelecerem um método de pesquisa para a obtenção das respostas desejadas. E mais do que fornecer um roteiro, o professor deverá acompanhá-los em seu processo, prevendo, inclusive, que o próprio planejamento feito e discutido minuciosamente, possa ser modificado, dependendo das questões que forem surgindo, da curiosidade e da motivação dos alunos. Sugerimos um roteiro básico para nortear as pesquisas de forma geral:

a. PREPARAÇÃO PARA A PESQUISA
o Delimitar um assunto/questão/problema
o Estabelecer qual o foco da questão
o Conceituar
o Eleger um grupo de palavras-chave que auxiliem a compreensão do assunto
o Localizar o tema no tempo/espaço (delimitação)
o Fazer um levantamento de fontes/recursos a serem utilizados
o Listar as tarefas
o Fazer um cronograma da pesquisa


b. REALIZAÇÃO DA PESQUISA
o Ler e anotar os dados encontrados
o Selecionar e organizar o que foi coletado (registrar as fontes para saber de onde vieram as informações)
o Analisar o que foi coletado em relação ao projeto inicial
o Fazer o fichamento de todas as informações relevantes


c. APRESENTAÇÃO DA PESQUISA
o Definir os itens que comporão a apresentação (tanto escrita quanto oral, se houver)
o Elaborar a apresentação do trabalho
o Redigir o texto, de acordo com um plano definitivo de abordagem do tema e do foco escolhido inicialmente

Pesquisar na Internet requer não apenas um conhecimento prévio de como funcionam os seus sistemas de busca, mas também um certo domínio das técnicas de pesquisa. Não é à toa que utilizamos um jargão que se refere à arte da navegação quando falamos em Internet: para navegar com segurança, é preciso ter em mãos um mapa detalhado do caminho a seguir, conhecer esta rota, prever as intempéries e contar com instrumentos para lidar com elas, dispor-se a errar o caminho e tentar retomá-lo em seguida. E, neste sentido, frisamos novamente a importância do papel do professor na participação neste processo de pesquisa, na tessitura desta verdadeira teia de informações que compõem o tema pesquisado, como ressalta Marco Silva: “... o professor costura os nós em caminhos diferentes e prevê situações de partida, intersituações e situações de chegada. Ele articula em teias e atalhos o conhecimento multidisciplinar e transdisciplinar, motivando cada aluno a tecer junto”.

Fonte: Yahoo

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Alguns endereços para pesquisa


Portais Educacionais


Revistas:


Vídeos:
http://www.youtube.com/
http://videolog.uol.com.br/


Buscadores de Imagens
 http://images.google.com.br/
http://br.yahoo.com/


Gifs
http://www.magiagifs.com.br/
http://www.reinodosgifs.net/
http://apenasgifshp.sites.uol.com.br/


Mensagens
http://www.meuscarinhos.net/
http://www.romantichome.net/principal.htm
http://www.otimismoemrede.com/


Diversos
http://espacoeducar-liza.blogspot.com/ - Muita coisa legal para professores
http://www.profissaomestre.com.br/
http://cantinhoencantadodaeducacaoinfantil.blogspot.com/
http://www.somatematica.com.br/
http://www.sogeografia.com.br/
http://www.sobiologia.com.br/
http://www.soportugues.com.br/
http://www.solinguainglesa.com.br/
http://www.soespanhol.com.br/
http://www.sofisica.com.br/
http://www.pedagogia.com.br/
http://www.sonutricao.com.br/
http://www.filosofia.com.br/
http://www.atividadeseducativas.com.br/
http://baucolorido.blogspot.com/
http://inglesearte.blogspot.com/ - Inglês
http://priscillaamaalfabetizar.blogspot.com/ - Alfabetização
http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com/
http://deaazcomaprofieda.blogspot.com/
http://bloguinfo.blogspot.com/ - Muito bom... (eu gosto...rss)
http://of2edu.blogspot.com/
http://ensinareaprender-madoca.blogspot.com/
http://biaratesnoamazonas.blogspot.com/ - Menu direito com muitas sugestões de endereços
http://www.professordehistoria.com/
http://www.tg3.com.br/mundoantigo/ - História

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Ferramentas de Busca


Existem excelentes ferramentas de busca na Internet. Entre elas citamos:

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domingo, 10 de maio de 2009

Segurança na Internet


Quer saber mais sobre Segurança e cuidados que você deve ter na Internet?

Acesse o Blog Mídias na Educação!

Nesse endereço você encontrará muitos artigos pesquisados na internet que abordam o assunto!!!

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15 dicas de segurança na internet

Introdução

Quando você sai de casa, certamente toma alguns cuidados para se proteger de assaltos e outros perigos existentes nas ruas. Na internet, é igualmente importante pôr em prática alguns procedimentos de segurança, já que golpes, espionagem e roubo de arquivos e senhas são apenas alguns dos problemas que as pessoas podem ter na Web. É para ajudá-lo a lidar com isso que o InfoWester apresenta a seguir, quinze dicas importantes para você manter sua segurança na internet e em seu computador.


1 - Saia usando Logout, Sair ou equivalente
Ao acessar seu webmail, sua conta em um site de comércio eletrônico, sua página no Orkut, seu home banking ou qualquer outro serviço que exige que você forneça um nome de usuário e uma senha, clique em um botão/link de nome Logout, Logoff, Sair, Desconectar ou equivalente para sair do site. Pode parecer óbvio, mas muita gente simplesmente sai do site fechando a janela do navegador de internet ou entrando em outro endereço. Isso é arriscado, pois o site não recebeu a instrução de encerrar seu acesso naquele momento e alguém mal-intencionado pode abrir o navegador de internet e acessar as informações de sua conta, caso esta realmente não tenha sido fechada devidamente.


2 - Crie senhas difíceis de serem descobertas
Não utilize senhas fáceis de serem descobertas, como nome de parentes, data de aniversário, placa do carro, etc. Dê preferência a seqüências que misturam letras e números. Além disso, não use como senha uma combinação que tenha menos que 6 caracteres. O mais importante: não guarde suas senhas em arquivos do Word ou de qualquer outro programa. Se necessitar guardar uma senha em papel (em casos extremos), destrua-o assim que decorar a seqüência. Além disso, evite usar a mesma senha para vários serviços. Mais orientações sobre senhas podem ser encontradas aqui.


3 - Mude a sua senha periodicamente
Além de criar senhas difíceis de serem descobertas, é essencial mudá-las periodicamente, a cada três meses, pelo menos. Isso porque, se alguém conseguir descobrir a senha do seu e-mail, por exemplo, poderá acessar as suas mensagens sem que você saiba, apenas para espioná-lo. Ao alterar sua senha, o tal espião não vai mais conseguir acessar as suas informações.


4 - Use navegadores diferentes
Se você é usuário do sistema operacional Windows, talvez tenha o hábito de utilizar apenas o navegador Internet Explorer. O problema é que existe uma infinidade de pragas digitais (spywares, vírus, etc) que exploram falhas desse navegador. Por isso, uma dica importante é usar também navegadores de outras empresas, como o Opera e o Firefox, pois embora estes também possam ser explorados por pragas, isso ocorre com uma freqüência menor neles. Se ainda assim preferir utilizar o Internet Explorer, use um navegador alternativo nos sites que você considerar suspeitos (páginas que abrem muitas janelas, por exemplo).


5 - Cuidado com downloads
Se você usa programas de compartilhamento de arquivos, como eMule, ou costuma obter arquivos de sites especializados em downloads, fique atento ao que baixar. Ao término do download, verifique se o arquivo não possui alguma coisa estranha, por exemplo, mais de uma extensão (como cazuza.mp3.exe), tamanho muito pequeno ou informações de descrição suspeitas, pois muitos vírus e outras pragas se passam por arquivos de áudio, vídeo e outros para enganar o usuário. Além disso, sempre examine o arquivo baixado com um antivírus.

Também tome cuidado com sites que pedem para você instalar programas para continuar a navegar ou para usufruir de algum serviço. Ainda, desconfie de ofertas de programas milagrosos, capazes de dobrar a velocidade de seu computador ou de melhorar sua performance, por exemplo.


6 - Atente-se ao usar Windows Live Messenger, Google Talk, AIM, Yahoo! Messenger, entre outros
É comum encontrar vírus que exploram serviços de mensagens instantâneas, tais como o Windows Live Messenger (antigo MSN Messenger), AOL Instant Messenger (AIM), Yahoo! Messenger, entre outros. Essas pragas são capazes de, durante uma conversa com um contato, emitir mensagens automáticas que contém links para vírus ou outros programas maliciosos. Nessa situação, é natural que a parte que recebeu a mensagem pense que seu contato é que a enviou e clica no link com a maior boa vontade:
Photobucket
Mesmo durante uma conversa, se receber um link que não estava esperando, pergunte ao contato se, de fato, ele o enviou. Se ele negar, não clique no link e avise-o de que seu computador pode estar com um vírus.


7 - Cuidado com e-mails falsos
Recebeu um e-mail dizendo que você tem uma dívida com uma empresa de telefonia ou afirmando que um de seus documentos está ilegal, como mostra a imagem abaixo?
Photobucket
Ou, ainda, a mensagem te oferece prêmios ou cartões virtuais de amor? Te intima para uma audiência judicial? Contém uma suposta notícia importante sobre uma personalidade famosa? É provável que se trate de um scam, ou seja, um e-mail falso. Se a mensagem tiver textos com erros ortográficos e gramaticais, fizer ofertas tentadoras ou tem um link diferente do indicado (para verificar o link verdadeiro, basta passar o mouse por cima dele, mas sem clicar), desconfie imediatamente. Na dúvida, entre em contato com a empresa cujo nome foi envolvido no e-mail.


8 - Evite sites de conteúdo duvidoso
Muitos sites contêm em suas páginas scripts capazes de explorar falhas do navegador de internet, principalmente do Internet Explorer. Por isso, evite navegar em sites pornográficos, de conteúdo hacker ou que tenham qualquer conteúdo duvidoso.


9 - Cuidado com anexos de e-mail
Essa é uma das instruções mais antigas, mesmo assim, o e-mail ainda é uma das principais formas de disseminação de vírus. Tome cuidado ao receber mensagens que te pedem para abrir o arquivo anexo, principalmente se o e-mail veio de alguém que você não conhece. Para aumentar sua segurança, você pode checar o arquivo anexo com um antivírus, mesmo quando estiver esperando recebê-lo.


10 - Atualize seu antivírus e seu antispyware
Muita gente pensa que basta instalar um antivírus para o seu computador estar protegido, mas não é bem assim. É necessário atualizá-lo regularmente, do contrário, o antivírus não saberá da existência de vírus novos. Praticamente todos os antivírus disponíveis permitem configurar uma atualização automática. Além disso, use um antispyware com freqüência para tirar arquivos e programas maliciosos de seu computador. Uma boa opção é o Spybot. Assim como o antivírus, o antispyware também deve ser atualizado para que este conheça pragas novas.

Em ambos os casos, verifique no manual do software ou no site do desenvolvedor, como realizar as atualizações.


11 - Cuidado ao fazer compras na internet ou usar sites de bancos
Fazer compras pela internet é uma grande comodidade, mas só o faça em sites de venda reconhecidos. Caso esteja interessado em um produto vendido em um site desconhecido, faça uma pesquisa na internet para descobrir se existe reclamações contra a empresa. Um bom serviço para isso é o site Reclame Aqui.

Ao acessar sua conta bancária através da internet, também tenha cuidado. Evite fazer isso em computadores públicos, verifique sempre se o endereço do link é mesmo o do serviço bancário e siga todas as normas de segurança recomendadas pelo banco.


12 - Atualize seu sistema operacional
O Windows é o sistema operacional mais usado no mundo e quando uma falha de segurança é descoberta nele, uma série de pragas digitais são desenvolvidas para explorá-la. Por isso, vá em Iniciar / Windows Update e siga as orientações no site que abrir para atualizar seu sistema operacional. Fazer isso uma vez ao mês é suficiente para manter seu sistema operacional atualizado.

Se for usuário de outro sistema operacional, como o Mac OS ou alguma distribuição Linux, saiba que essa dica também é válida. Falhas de segurança existem em qualquer sistema operacional, por isso, é importante aplicar as atualizações disponibilizadas pelo desenvolvedor.


13 - Atualize também os seus programas
Também é importante manter seus programas atualizados. Muita gente pensa que as versões novas apenas adicionam recursos, mas a verdade é que elas contam também com correções para falhas de segurança. Por isso, sempre utilize a última versão dos seus programas, especialmente os que acessam a internet (navegadores de internet, clientes de e-mail, etc). Muitos aplicativos contam com uma funcionalidade que atualiza o programa automaticamente ou avisa do lançamento de novas versões. É um bom hábito deixar esse recurso ativado.
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14 - Não revele informações importantes sobre você
Em serviços de bate-papo (chat), no Orkut, em fotologs ou em qualquer serviço onde um desconhecido pode acessar suas informações, evite dar detalhes da escola ou da faculdade que você estuda, do lugar onde você trabalha e principalmente de onde você mora. Evite também disponibilizar dados ou fotos que forneçam qualquer detalhe relevante sobre você, por exemplo, fotos em que aparecem a fachada da sua casa ou a placa do seu carro. Nunca divulgue seu número de telefone por esses meios, tampouco informe o local em que você estará nas próximas horas ou um lugar que você freqüenta regularmente. Caso esses dados sejam direcionados aos seus amigos, avise-os de maneira particular, pois toda e qualquer informação relevante sobre você pode ser usada indevidamente por pessoas má-intencionadas, inclusive para te localizarem.


15 - Cuidado ao fazer cadastros
Muitos sites exigem que você faça cadastro para usufruir de seus serviços, mas isso pode ser uma cilada. Por exemplo, se um site pede o número do seu cartão de crédito sem ao menos ser uma página de vendas, as chances de ser um golpe são grandes. Além disso, suas informações podem ser entregues a empresas que vendem assinaturas de revistas ou produtos por telefone. Ainda, seu e-mail pode ser inserido em listas de SPAMs.

Por isso, antes de se cadastrar em sites, faça uma pesquisa na internet para verificar se aquele endereço tem registro de alguma atividade ilegal. Avalie também se você tem mesmo necessidade de usar os serviços oferecidos pelo site.


Finalizando
Se proteger no "mundo virtual" pode ser um pouco trabalhoso, mas é importante para evitar transtornos maiores. A maioria dos golpes e das "ciladas" pode ser evitada se o usuário estiver atento, por isso é recomendável praticar as dicas mencionadas nesta página. Se quiser ir mais a fundo, o InfoWester possui outras matérias que lidam com segurança

Escrito por Emerson Alecrim

Fonte: InfoWester

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Vídeos - Perigos e Segurança na Internet

1. Navegar é preciso

Esse vídeo trata do funcionamento da Internet, com suas vantagens, riscos e necessidade de proteção, principalmente mecanismos como o firewall.



2. Os Invasores

Esse vídeo apresenta os tipos de códigos maliciosos e como eles podem entrar no computador do usuário, reforçando que a maioria dos códigos têm mais de um vetor de entrada e por isso mais de uma proteção é necessária.



3. Spam

Aborda os tipos de spam existentes, suas diferenças e malefícios, incluindo códigos maliciosos e fraudes.



4. A Defesa

O objetivo do vídeo é mostrar ao usuário como se proteger de ameaças e navegar com mais segurança na rede.



Fonte: http://www.antispam.br/videos/

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Perigos na Internet


Um computador ligado à rede está sujeito a alguns riscos. Entre eles citamos os vírus que dividimos em quatro categorias: vírus, worms, trojan e malwares.

Você sabe o que é um vírus de computador?
Todas as atividades que realizamos em um computador dependem de um programa. Você se lembra do editor de textos? É um programa que transforma o computador numa poderosa máquina de escrever. Programas de correio eletrônico fazem com que o computador seja capaz de enviar e receber mensagens, usando a Internet.

Os vírus de computador também são programas, só que em vez de ajudar e facilitar o uso do computador, eles atrapalham – e muito!

Em diversos aspectos um vírus de computador se parece com um vírus biológico. Do mesmo modo que os vírus que infectam sereshumanos e animais e se espalham nos seus corpos, os vírus de computador infectam programas, se espalham rapidamente e danificam a máquinas.

O computador pode pegar um vírus quando você faz download de um arquivo infectado da Internet ou quando abre um arquivo de um disquete, de um memory card ou pendrive. Depois que o vírus estiver integrado aos arquivos do seu computador, poderá começar imediatamente a danificar ou destruir informações que você guardou nele. Outra possibilidade é que o vírus espere uma data para iniciar sua atividade, e aí destruir as informações que você tem no computador.

O Linux tem definições claras sobre permissões de arquivos, usuários e grupos. Um vírus pode afetar, no Linux, apenas o usuário que executou o programa, ao contrário do que acontece nas plataformas como o Windows, onde o que estiver sendo executado tem controle total sobre a máquina. Isso faz com que seja, na melhor das hipóteses, difícil o desenvolvimento de vírus para a plataforma Linux.

Alguns vírus de teste de conceito foram criados para o ambiente Linux, porém são propagados somente se forem executados como root (administrador). Para evitar problemas, evite trabalhar com usuário root, e nem pense em entrar na internet como este usuário.

Existem antivírus que rodam no Linux. Na verdade, esses programas permitem que uma máquina Linux procure vírus de computadores pessoais, máquinas Macintosh, etc. e não propriamente vírus para Linux. Esses antivírus são muito utilizados quando o Linux está rodando como servidor de e-mail ou arquivos, permitindo, por exemplo, que sejam pesquisadas todas as mensagens que forem recebidas.

Worm em seu computador
Recentemente, ganharam destaque no mundo da informática os worms (vermes), capazes de se replicarem rapidamente via Internet. Os worms conseguem fazer isso enviando cópias de si mesmo de computador em computador.

O que o distingue de um vírus, é que o worm não necessita ser executado para se propagar. Sua propagação acontece pela exploração de fraquezas na segurança do computador.

As origens dos vários vírus e worms de computador são difíceis de saber. O que se sabe, realmente, é que eles não são a única preocupação do usuário.

Outro tipo de ataque comum é o de cavalos de tróia (trojan horse). É um programa, normalmente recebido como um presente (por exemplo, cartão virtual, álbum de fotos, protetor de tela, jogo etc.), que além de executar funções para as quais foi aparentemente projetado, também executa outras tarefas, normalmente nocivas e sem o conhecimento do usuário.

Uma nova forma de vírus é classificada como malware. O termo é usado para definir programas nocivos que rodam sem a autorização do usuário e prejudicam o sistema.

Eles contaminam o computador quando não utilizamos a Internet com as medidas de segurança necessárias, ou seja, quando fazemos mau uso da Internet. Quando isto acontece, todas as operações são registradas e enviadas para o espião, que pode até roubar senhas de banco, de cartões de crédito e de outras informações confidenciais.

Os malwares mais discutidos no momento são: spywares, adwares, hijackeres e keylogger.

Como se proteger?
Para se proteger dessas ameaças, a primeira atitude é de atenção às alterações no funcionamento de sua máquina (computador). Se qualquer coisa estranha estiver acontecendo (computador travando, abrindo páginas que você não pediu, não imprimindo etc.), isso pode ser um indício de contaminação. Para evitar esses males, principalmente na plataforma Windows, a atitude mais eficiente é o uso e a atualização constante de programas de defesa, como os antivírus, anti-spyware, etc.

Como as vacinas que nos protegem contra vírus biológicos, os antivírus protegem os computadores da ação de vírus, malwares conhecidos e até de alguns desconhecidos.

O antivírus é um programa que vasculha os arquivos dos computadores procurando vírus ou malwares. Quando encontra, sugere o que devemos fazer para eliminar o problema e, se for possível, o que fazer para recuperar nossas informações que tenham sido estragadas ou apagadas pelo invasor.

Os programas antivírus são importantes auxiliares na segurança de um computador. No entanto, a atitude descuidada do usuário é a maior responsável pelas infestações. Como diz o ditado popular, é melhor prevenir do que remediar. Fique atento aos sites que visita e, ao notar modificações no funcionamento do seu computador, procure ajuda especializada.

Quando você estiver navegando na Internet, é importante não baixar arquivos de sites não confiáveis. Procure não abrir e-mails e anexos de desconhecidos.

Existem muitos programas de antivírus disponíveis na Internet para download.Nos sites a seguir você poderá encontrar alguns antivírus freeware e shareware:


A maior parte deles fornece a possibilidade de atualizações durante algum tempo. Isso significa que, por um determinado prazo, cada nova versão do programa que for criada, em função dos novos vírus que surgem a cada dia, será colocada à disposição do usuário para que se mantenha sempre livre desta praga virtual. Ou seja, não há justificativa para deixar o microcomputador sem proteção.


Fonte: Introdução à educação digital: caderno de estudo e prática. MEC/SEED, 2008.

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Apaixone-se...

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Entendendo os endereços

>> Entendendo os endereços:
Navegar na Internet é como andar por uma cidade. Os nomes das ruas e os números das residências das cidades são organizados para facilitar a localização dos endereços.


Cada página (site) também tem seu endereço. Veja um exemplo:
http://www.mec.gov.br
http – é o protocolo de identificação e transferência de documentos na Internet;

www – significa que o endereço está na World Wide Web;

mec – é o domínio (nome registrado) do site;

gov — é o código para sites de instituições governamentais;
br – é o código para sites registrados no Brasil.

Obs.: Os Estados Unidos organizaram a Internet. Por isso é o único país que não usa sigla identificadora em seus sites e endereços eletrônicos.
Cada endereço na internet tem um único URL. URLs começam com letras que identificam o tipo de endereço, como “http”, “ftp” etc. Essas letras são seguidas por dois pontos ( : ) e duas barras ( // ). Em seguida, o nome do computador é listado, seguido de um diretório e do nome do arquivo.

Agora observe os endereços a seguir.
- O que têm em comum com o endereço do MEC?
- Em que eles diferem do endereço do MEC?
http://www.cade.com.br/ – Cadê, site comercial (.com) localizado no Brasil (.br).
http://www.google.com/ – Google, site comercial (.com) localizado nos Estados Unidos.
http://www.linux.org/ – site dedicado ao sistema operacional Linux, de uma organização nãogovernamental (.org).

www.ufcg.edu.br – Portal da universidade federal de Campina Grande. O (.edu) designa que é uma instituição educacional.

>> Setas importantes:
Existem na barra de ferramentas do navegador setas muito importantes!!! Elas devem ser usadas para ir e voltar pelas páginas já visitadas e/ou atualizá-las, quando se quer que incorporem alguma informação digitada. Não deixe de experimentar.
1 - Voltar
2 - Avançar
3 - Atualizar
4 - Ir para página inicial

Fonte: Introdução à educação digital: caderno de estudo e prática. MEC/SEED. 2008

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Glossário

- Iceweasel: software livre de navegação, que roda em ambiente Linux e Linux Educacional.

- Internet: rede em escala mundial de milhões de computadores conectados, também conhecida como web.

- Link: uma ligação. Também conhecido em português pelo correspondente termo inglês, hyperlink. É uma referência que consta em um documento em hipertexto que leva e/ou liga a outro documento ou a outrorecurso.

- URL: abreviação de Uniform Resource Locator. Trata-se de uma forma padronizada de especificar o endereço de qualquer recurso, site ou arquivo existente em um servidor da WWW. Os URLs correspondem a um número que identifica determinado computador em toda a Internet.

- Website: conjunto de páginas ou ambiente na Internet que é ocupado com informações (textos, fotos, animações gráficas, sons e até vídeos) de uma empresa, governo, pessoa, etc. É o mesmo que site.

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Atividade 3.1


1) Fazer um esboço da aula/atividade que será desenvolvida com seus alunos para aplicação dos conhecimentos adquiridos no curso.

2) Nesse esboço deverá aparecer:
- Título
- Dados de Identificação: (nome da escola, série, duração, professor envolvido)
- Justificativa:
- Objetivo Geral:
- Objetivos Específicos:
- Área de Abrangência/Conteúdo:
- Metodologia/Desenvolvimento:
- Mídias e Tecnologias a serem utilizados:
- Culminância:
- Avaliação:
- Bibliografia:

3) Enviar como anexo para o professor formador. No campo Assunto coloque Atividade 3.1 - Seu nome e turma.

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Atividade 4.2



Essa atividade é uma atividade de navegação e leitura. Há muitas possibilidades na Internet. A seguir indico 3 sites para pesquisa. Para isso:

1) Visite os site indicados e escolha um texto para você ler. Mas se quiser ler mais de um, sinta-se à vontade. Há muitos textos maravilhosos nesses endereços.

- Para ler textos do Prof José Manuel Moran:
http://www.eca.usp.br/prof/moran/
Na opção “educação inovadora”, escolha um texto para você ler.

- Para tal ler sobre a integração de tecnologias na educação:
http://www.tvebrasil.com.br/salto/livro.htm
Na janela que abre e você tem acesso ao sumário.Basta clicar nos títulos e ler os textos.

- Para ler sobre material impresso, TV e vídeo, rádio e/ou informática:
http://webeduc.mec.gov.br/midiaseducacao/index.htm
Clique na imagem para abrir o hipertexto [nível básico ou intermediário] que deseja navegar e ler.

2) Depois da leitura, produza um texto tendo por base o que você leu.
Atenção: no seu texto deve haver um link com o texto lido como referência bibliográfica.

3) Salve o texto em sua pasta/portfólio e após envie por e-mail para seu professor formador. No campo Assunto coloque Atividade 4.2 – Seu nome e turma.

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Atividade 4.1

Atividade de Pesquisa

1) Escolha um tema relacionado com sua área de atuação.

2) Escolhido o tema, faça uma pesquisa utilizando o buscador Google.

3) A partir dos resultados dessa pesquisa, organize uma lista de endereços virtuais (no mínimo 5) que ofereçam recursos educativos para o melhor desenvolvimento do tema em sala de aula.

4) Envie o resultado da pesquisa por e-mail para seu professor colocando no campo Assunto: Atividade 4.1 - Seu nome e turma.

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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Questionamentos


Que recursos você gostaria de buscar na Internet para melhorar sua prática profissional? Sobre que assuntos?

Que lhe parece poder ver, ouvir, ler, gravar, voltar atrás, avançar, enviar, receber, editar, revisitar, modificar os textos na Internet?
Tal condição altera a relação entre quem escreve e quem lê, já que são inúmeros os caminhos, tudo pode ser feito e refeito e cada um pode tornar-se autor, ou co-autor de textos de outros enquanto navega.

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Falando em Internet...

Estamos cada vez mais rodeados de artefatos, objetos, bens e símbolos que remetem à tecnologia. Os meios de comunicação constantemente divulgam produtos e serviços tecnológicos para facilitar o cotidiano das pessoas, tornando a vida mais confortável, mais rápida, mais eficiente, mais ágil. Vivemos na era da tecnologia da informação, também conhecida como sociedade do conhecimento.

A história da tecnologia tem início quando os seres humanos começaram a criar e usar ferramentas de caça e de proteção. Inclui, em sua cronologia, o uso dos recursos naturais, porque, para serem criadas, todas as ferramentas necessitaram, antes de qualquer coisa, do uso de um recurso natural adequado. Deste ponto de vista, a tecnologia está presente tanto numa enxada quanto num computador.

A possibilidade de conectar-se a computadores em rede provocou mudanças significativas nos modos de comunicação, nos modos de letramento e nos gêneros textuais.

A Internet funciona como um oceano pelo qual a informação contida em texto, som e imagem pode ser navegada, ou melhor, acessada em qualquer computador conectado a essa rede. É por essa razão que dizemos que navegamos na Internet.

A Internet é, de uma vez e ao mesmo tempo, um mecanismo de disseminação da informação e divulgação mundial e um meio para colaboração e interação entre indivíduos mediada por computadores, independentemente de sua localização geográfica.


Que tipo de informação podemos encontrar na Internet?

Navegar na Internet é o ato de passear pela web, movendo-se de um website para outro, seguindo links. Na Internet, há milhões de websites disponíveis (esse número cresce diariamente) e, às vezes, perde-se um tempo precioso procurando-se pelo site mais completo e/ou pela informação mais bem elaborada. Você já navegou pela Internet?

Podemos encontrar na Internet vários tipos de textos, imagens, animações, produzidas por qualquer pessoa em qualquer lugar, e armazená-los em websites gratuitamente, seja um texto escrito, audiovisual ou multimídia. Pode-se fazer a tradução de textos da web usando-se programas gratuitos que facilitam a leitura e a compreensão das idéias veiculadas em outras línguas.


Fonte: Introdução à educação digital: caderno de estudo e prática. MEC/SEED. 2008

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